Ontem como seria de esperar pensei em ti, já não o visitava a algum tempo e aproveitei para comentar o teu blog.
Ao le-lo senti necessidade de escrever ... para ti.
Agarrando na ideia do teu post, e tal como já te tinha dito, não és um número ou um objecto... és uma pessoa, uma Mulher com personalidade, corpo, alma e muitos outros encantos, nunca penses o contrario linda, nem deixes que ninguem o pense de ti.
Por vezes acho difícil perceber se não somos objectos para determinadas pessoas, algo que elas podem ter ou usar quando e onde bem querem, e rejeitar quando não servimos mais para o fim a que fomos destinados.
Parece-me inevitável admitir que para muitas pessoas é apenas isso que somos, seres pre-preparados para cumprir uma função, não representamos nada, e a prova disso é que se outro la estivesse no lugar e desde que não existissem diferenças no desempenho da tal função que nos destinaram, ninguém ia sentir a nossa falta.
Fiquei contente ao saber que existe algo em que estamos em sintonia, neste momento não precisamos de uma relação, depois dos últimos acontecimentos prometemos que íamos ter calma, muita calma... mas espero que saibas que a calma é inimiga da curiosidade, da emoção, da descoberta e até mesmo da paixão.
Tal como já percebeste, eu continuo a precisar de ter alguém.. uma amiga, um apoio, uma confidente, uma amante e preciso de ter alguém para quem cozinhar :), se existisse um termo técnico eu seria um parte-time lover, mas não creio que o facto de não me querer entregar a uma relação seja sinonimo de estar a usar alguém.
Gosto de estar contigo carinho, gosto do teu olhar, do teu beijo, do teu cheiro, adoro daquele momento quando ficamos abraçados, nus, ofegantes, sem palavras e com um sorriso sincero e parvo na cara... e ao mesmo tempo tento perceber que a mítica felicidade, aquela que temos estereotipada dentro de nos, tanto é atingida com uma relação cheia de amor, como numa baseada na amizade, curiosidade e atracão... a linha que distingue uma da outra parece-me fina, cada vez mais fina.
Termino com um clássico de Portishead.
Beijo doce do teu sapo fêo.
Oh, can't anybody see,
We've got a war to fight,
Never found our way,
Regardless of what they say.
How can it feel, this wrong,
From this moment,
How can it feel, this wrong.
Storm,
In the morning light,
I feel,
No more can I say,
Frozen to myself.
I got nobody on my side,
And surely that ain't right,
Surely that ain't right.
Oh, can't anybody see,
We've got a war to fight,
Never found our way,
Regardless of what they say.
How can it feel, this wrong,
From this moment,
How can it feel, this wrong.
How can it feel this wrong,
From this moment,
How can it feel, this wrong.
Oh, can't anybody see,
We've got a war to fight,
Never found our way,
Regardless of what they say.
How can it feel, this wrong,
From this moment,
How can it feel, this wrong.
Monday
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